⭐ Inteligência Emocional


Na sala de aula, vemos constantemente situações em que, perante uma contrariedade, os alunos reagem com confusão, frustração, irritação e, às vezes, agressividade. Por outro lado, há alunos que conseguem controlar a sua raiva e não reagir de imediato, revelando algum domínio da sua inteligência emocional.



Como se pode definir a Inteligência Emocional?
A inteligência emocional é a capacidade de reconhecer emoções – tanto as nossas como as dos outros – e gerir a nossa resposta a essas emoções. Inclui um conjunto de habilidades que permitem uma maior adaptabilidade da pessoa às mudanças. Também está relacionada com a autoconfiança, o controle emocional e a automotivação para atingir objetivos.

Uma emoção provoca uma reação. Normalmente, perante certas emoções, a nossa resposta é automática, ou seja, uma reação a um estímulo. O que a inteligência emocional introduz é a possibilidade de gerir essa resposta.

E as nossas ações determinam os nossos resultados, por isso, se formos capazes de alterar, melhorar as nossas ações, teremos mais hipóteses de obter resultados diferentes.

A inteligência emocional também é útil para melhorar os nossos relacionamentos com os outros, por isso o QE (Quociente Emocional) tem sido um dos requisitos fundamentais no mundo dos recursos humanos e contratação das empresas.

A Inteligência Emocional inclui 5 princípios básicos para a gestão das emoções:
  • Autoconhecimento - conhecer-se a si mesmo
  • Autorregulação - ser capaz de controlar as suas reações
  • Automotivação - desenvolver a motivação para atingir os seus objetivos
  • Empatia - ser capaz de considerar a perspetiva dos outros
  • Habilidades sociais - ser sociável, interagir com os outros de forma saudável
Os inúmeros estudos que têm analisado as relações entre a Inteligência Emocional e a Saúde Mental indicam que as pessoas que compreendem o que estão a sentir, em cada momento, são mais capazes de regular as suas emoções adequadamente. Desse modo, lidam melhor com os seus problemas emocionais, apresentam menores níveis de ansiedade e depressão, vivem menos conflitos interpessoais e deixam de procurar o consumo de substâncias aditivas.
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