Go with the Flow
Tens visto situações na sala de aula em que os alunos sofrem porque se autocondicionam para serem “perfeitos”?
Quando nos exigimos a perfeição, não estamos “no fluxo”...
Se pensarmos um pouco, nos momentos em que nos sentimos mais motivados e felizes, estamos num estado de “fluxo” - que é o melhor exemplo de inteligência emocional.
Estamos a funcionar com o nosso “cérebro emocional” que exige a mobilização de toda a nossa atenção para o que estamos a fazer, ao ponto de nos esquecermos de tudo o resto. Quando estamos nesse estado, as emoções estão alinhadas com aquela tarefa e sentimo-nos completamente capazes de executar a tarefa de forma excelente. Colocamos em ação a nossa autonomia, confiança no processo, daí derivando o nosso otimismo.
Por isso, em contexto de trabalho, as melhores empresas valorizam a inteligência emocional, promovendo a individualidade e as motivações dos seus colaboradores.
O oposto do “fluxo” (e que o anula por completo) é o perfeccionismo, o multitasking e o overthinking. E vemos muito disso na sala de aula.
Muitas vezes, são os próprios alunos que se autocondicionam para serem os melhores, os mais perfeitos, os mais rápidos, e acabam por ser os mais infelizes.
Cabe-nos estar atentos e detetar estas situações para os conseguirmos reorientar e levá-los ao maior objetivo da escola - formar o indivíduo para ser o adulto mais feliz consigo próprio.
Já tinhas pensado que o perfeccionismo é o oposto de “estar no fluxo”?
Queres saber como podes ajudar?
Fica atento às publicações do @flowinminds 

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